sábado, 28 de abril de 2012

Com bancos fechados, Febraban recomenda que clientes procurem canais alternativos de atendimento em feriado

da Agência Brasil
Brasília - Os clientes bancários podem procurar canais alternativos de atendimento no feriado do Dia do Trabalho, 1º de maio, quando os bancos estarão fechados. A recomendação é da Federação Brasileira de Bancos (Febraban).

Entre os canais alternativos de atendimento estão caixas eletrônicos, internet banking, mobile banking, banco por telefone e correspondentes (casas lotéricas, agências dos Correios, redes de supermercados e outros estabelecimentos comerciais credenciados).

As contas de consumo (água, luz, telefone e TV a cabo, por exemplo) e os carnês que vencerem nessa data poderão ser pagos no dia útil seguinte (2), sem a incidência de multa. Os tributos, normalmente, já estão com a data ajustada pelo calendário de feriados federais, estaduais e municipais.

Outra opção recomendada pela Febraban é agendar os pagamentos das contas de consumo ou pagá-las (as que têm código de barras) nos caixas automáticos ou nos correspondentes. Já os boletos bancários de clientes cadastrados como sacados eletrônicos poderão ser agendados ou pagos por meio do DDA (Débito Direto Autorizado).
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Resultado da dupla Sena Concurso 1067 - teve 1 acertador de SP(Itaquaquecetuba)

Acumulou!
Estimativa de Prêmio: 
R$ 300.000,00
*para o próximo concurso, a ser realizado em 30/04/2012
Valor Acumulado para a faixa Sena 1º Sorteio:
R$ 119.772,16
Primeiro sorteio
04  -  08  -  15  -  36  -  37  -  50
Segundo sorteio
18  -  21  -  22  -  31  -  36  -  49


Faixa de premiação
Nº de
ganhadores
Valor do Prêmio
 (R$)
Sena
1
312.567,07
Quina
23
3.905,61
Quadra
1725
49,59

Faixa de premiação
Nº de ganhadores
Valor do Prêmio (R$)
Sena
0
0,00
Quina
17
5.284,07
Quadra
1295
66,06

UF
Nº de Ganhadores
SP
1
ITAQUAQUECETUBA
1

Arrecadação Total:   R$ 1.943.508,00
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Resultado da Quina Concurso n. 2883 - Acumulou em R$ 1.000.000,00


Acumulou
Valor Acumulado para a Quina:
R$ 461.626,76
28  -  50  -  60  -  61  -  76
Faixa de premiação
Nº de ganhadores
Valor do Prêmio (R$)
Quina
0
0,00
Quadra
40
8.243,34
Terno
3.266
144,22
Arrecadação Total: R$ 4.280.390,25

Valor Acumulado para o Sorteio Especial de São João:
R$ 63.609.756,66
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sexta-feira, 27 de abril de 2012

Fecundidade no Brasil não supera reposição; veja destaques do censo 2010

da BBC Brasil:
Número de filhos por mulher caiu no Brasil em dez anos
O número de filhos por mulher no Brasil caiu em 2010 e está abaixo do nível de reposição da população, segundo dados divulgados nesta sexta-feira pelo IBGE. Isso significa que a população total - descontando-se a imigração - está em tendência de queda, já que o número de pessoas que nasce é menor do que o número de pessoas que morre.

O nível de reposição do Brasil - necessário para garantir a substituição de gerações - é de 2,1 filhos por mulher. Em 2000, a média de filhos por mulher no Brasil era de 2,38. Segundo os dados divulgados nesta sexta-feira, referentes a 2010, esse índice caiu para 1,9.

A menor fecundidade também pode sinalizar uma mudança de perfil da população brasileira, com aumentando a proporção de pessoas idosas.

Confira alguns dos destaques de uma amostra de dados divulgados pelo IBGE nesta sexta-feira sobre o censo realizado em 2010, em comparação com 2000:
  • O nível de instrução da população aumentou. Desde 2010, o percentual de pessoas sem instrução caiu de 65,1% para 50,2%. A proporção de pessoas com curso superior completo subiu de 4,4% para 7,9%.
  • a mortalidade infantil caiu em 47,6% - de 29,7 para 15,6 por mil crianças nascidas;
  • em 2010, 45,6 milhões de pessoas (23,9% da população total) tinham algum tipo de deficiência: visual, auditiva, motora ou mental;
  • 0,9% dos trabalhadores têm renda superior a 20 salários mínimas; 6,6% dos trabalhadores não têm renda; 32,7% ganham até um salário mínimo;
  • em dez anos, o rendimento médio das mulheres subiu mais do que o dos homens - aumento de 13,5%, contra 4,1%, respectivamente. Mas as mulheres ainda ganham apenas 73,8% do rendimento médio dos homens;
  • o número de imigrantes internacionais vivendo no Brasil subiu 86,7% em dez anos - de 286,5 mil para 143,6 mil;
  • a proporção de uniões consensuais aumentou - de 28,6% em 2000 para 36,4%; a proporção de casamentos (civis ou religiosos) diminuiu de 49,2% para 42,9%;
  • sete milhões de pessoas - ou 11,4% da população - levam mais de uma hora para chegar ao trabalho;o rendimento médio mensal subiu no Brasil em dez anos - de R$ 1.275 para R$ 1.345; o ganho real foi de 5,5%.
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Indústrias da UE mostram interesse por café brasileiro--mercado

HAMBURGO, 27 Abr (Reuters) - O mercado físico de café na Europa viu interesse de compra de grãos brasileiros nesta semana, com sondagens de algumas multinacionais buscando o produto brasileiro, disseram operadores nesta sexta-feira.

"Eu tenho bom interesse de compras de torrefadores da Europa para arábicas do Brasil para o segundo semestre do ano e primeiro trimestre de 2013", disse um trader.

"Houve uma configuração favorável no mercado que gerou um pesado interesse de compras entre algumas multinacionais, mas é sempre difícil fechar um acordo se multinacionais realmente têm comprado."

Segundo fontes do mercado, uma combinação da queda nos futuros do arábica, diferenciais atrativos e fortes vendas de exportadores brasileiros ajudaram a gerar interesse de compra da Europa.

Os futuros de Nova York caíram para a mínima de 18 meses em 16 de abril, com o mercado esperando uma grande safra do Brasil neste ano.

Mas o mercado dos EUA subiu acima das mínimas, o que ajudou em um interesse de vendas de origem, com um câmbio fraco no Brasil.

"Os diferenciais do Brasil estiveram firmes nesta semana, mas ainda há descontos para Nova York que deixam a situação interessante para torrefadores", disse outro trader.

O café MTGBF do Brasil foi cotado a 7 centavos abaixo dos contratos mais próximos de Nova York, ante 10 centavos abaixo da semana passada.

No início do mês, estivaram no mesmo nível dos futuros.

"Algumas ofertas mais baixas da nova safra do Brasil estão aparecendo nesta semana, e encontrando prontamente compradores europeus...", disse um trader.
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Mortalidade infantil cai quase pela metade em dez anos, constata IBGE

da Agência Brasil:
Rio de Janeiro - Dados divulgados hoje (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que a mortalidade infantil caiu quase pela metade entre 2000 e 2010.

Os resultados gerais da Amostra do Censo 2010 constatam que o número de óbitos de crianças menores de 1 ano passou de 29,7 para 15,6 em cada mil nascidas vivas, uma queda de 47,6%.

Entre as regiões do país, o Nordeste registra a queda mais expressiva da mortalidade infantil. No período, o índice passou de 44,7 para 18,5 óbitos para cada mil crianças. Porém, ainda é o nível mais alto no país. O menor índice é o do Sul, de 12,6 mortes.

De acordo com a pesquisa, os principais fatores responsáveis pela queda do indicador são as políticas de medicina preventiva, curativa, saneamento básico, programas de saúde materna e infantil, além da valorização do salário mínimo e dos programas de transferência de renda.

O IBGE também destaca que a queda da mortalidade infantil está ligada ao aumento da escolaridade materna e à diminuição do número de filhos por mulher, observada desde a década de 1960. Entre 2000 e 2010, a taxa de fecundidade registrou queda e passou de 2,38 crianças por mãe para 1,9. A menor taxa é a do Sudeste (1,7 filho por mulher) e a maior, no Norte, 2,47.

Segundo o órgão, dessa forma, a taxa de fecundidade no Brasil está abaixo do chamado nível de reposição (2,1 filhos por mulher), que garante substituição das gerações na população.
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Setor público registra superávit primário de R$ 45,972 bilhões no primeiro trimestre

da Agência Brasil:
Brasília - O superávit primário, receitas menos despesas, excluídos os juros da dívida, do setor público consolidado (governo federal, estados, municípios e empresas estatais) chegou a R$ 10,442 bilhões, em março, segundo dados do Banco Central (BC), divulgados hoje (27). O resultado foi menor do que o registrado em igual mês do ano passado – R$ 13,6 bilhões.

No primeiro trimestre, o superávit primário ficou em R$ 45,972 bilhões, ante R$ 39,262 bilhões registrados nos três primeiros meses de 2011. O resultado dos três primeiros meses do ano é o maior para o período na série histórica do BC, iniciada em 2001.

No trimestre, o Governo Central (Banco Central, Tesouro Nacional e Previdência) registrou superávit primário de R$ 33,006 bilhões, enquanto o dos governos regionais (estaduais e municipais) ficou em R$ 13,189 bilhões. As empresas estatais, excluídos os grupos Petrobras e Eletrobras, tiveram déficit de R$ 223 milhões.

Em março, o superávit primário do Governo Central somou R$ 7,456 bilhões. Os governos regionais apresentaram R$ 2,884 bilhões e as empresas estatais, R$ 102 milhões.

Em 12 meses encerrados em março, o superávit primário do setor público ficou em R$ 135,421 bilhões, o que representou 3,22% de tudo o que o país produz – Produto Interno Bruto (PIB). A meta de superávit primário do setor público para este ano é R$ 139,8 bilhões.

Para o chefe do Departamento Econômico do BC, Tulio Maciel, os resultados indicam “situação favorável para o cumprimento pleno da meta este ano”.

Mas o esforço fiscal do setor público não foi suficiente para cobrir os gastos com os juros nominais (encargos financeiros) que incidem sobre a dívida. Esses juros chegaram a R$ 21,037 bilhões, em março, e acumularam R$ 58,968 bilhões nos três primeiros meses do ano. Com isso, o déficit nominal, que são receitas menos despesas, incluídos os gastos com juros, ficou em R$ 10,595 bilhões, no mês passado, e em R$ 12,995 bilhões, no primeiro trimestre.

Maciel disse que os gastos com juros no mês passado foram os piores da série do BC, mas ficaram muito próximos dos de março de 2011 (R$ 20,574 bilhões). Uma explicação para o aumento desses gastos é que, neste ano, houve um dia a mais em março do que em 2011. “Só esse componente já seria suficiente para explicar o resultado maior”, destacou.

Em 12 meses encerrados em março, os gastos com juros ficaram em R$ 236,696 bilhões, o que corresponde a 5,64% do PIB. De acordo com Maciel, a tendência é redução na relação entre gastos com juros e o PIB. A projeção para este ano é 4,3% do PIB. Se essa estimativa se confirmar, será o menor patamar da série histórica do BC.

"Vai cair de forma nítida, no segundo semestre do ano”, destacou Maciel. Segundo ele, isso será possível devido às reduções da taxa básica de juros, a Selic, e da inflação, que corrigem parte da dívida pública.
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quinta-feira, 26 de abril de 2012

Resultado da Quina -Concurso n. 2882 - teve 1 acertador PR(Santa Isabel do Ivaí)


Estimativa de Prêmio 
R$ 400.000,00
*para o próximo concurso, a ser realizado em 27/04/2012
24  -  28  -  34  -  42  -  70
Faixa de premiação
Nº de ganhadores
Valor do Prêmio (R$)
Quina
1
990.319,94
Quadra
89
4.279,19
Terno
5.361
101,48
UF
Nº de Ganhadores
PR
1
SANTA ISABEL DO IVAÍ
1
Arrecadação Total: R$ 4.943.924,25

Valor Acumulado para o Sorteio Especial de São João:
R$ 63.411.916,60
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BC indica novo corte do juro por ver retomada lenta da economia

BRASÍLIA, 26 Abr (Reuters) - O Banco Central decidiu indicar na ata da última reunião do Copom que a taxa básica de juros deve continuar caindo, com "parcimônia", por entender que a recuperação da atividade econômica está mais lenta do que se esperava no início de março, segundo uma fonte da equipe econômica.

No mês passado, o Comitê de Política Monetária tinha sinalizado que a Selic se estabilizaria em 9 por cento ao ano. Mas de lá para cá, indicadores mostraram que a recuperação não tinha o fôlego imaginado.

Entre outros dados, o desemprego voltou a subir e a atividade está fraca, com a indústria ainda sem sinais de retomada. Considerado uma prévia do PIB, o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) registrou contração de 0,23 por cento em fevereiro na comparação com janeiro.

Na ata do encontro da semana passada, o Comitê de Política Monetária afirmou que "qualquer movimento de flexibilização monetária adicional deve ser conduzido com parcimônia". No documento sobre a reunião anterior, publicado em março, o Copom havia afirmado que a Selic poderia ficar "ligeiramente acima dos mínimos históricos", de 8,75 por cento ao ano.

Para especialistas, a palavra parcimônia significa para maio, quando o comitê se reúne novamente, um corte na Selic de 0,25 ou 0,50 ponto percentual .

Na ata, o Copom observou ainda que "ocorreram mudanças estruturais significativas na economia brasileira, às quais determinaram recuo nas taxas de juros geral, em particular na taxa neutra".

No mercado futuro de juros, a maioria dos contratos de DI caiu.
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TCU: 24 obras de mobilidade urbana para a Copa ainda não começaram

da Agência Brasil:
Brasília - Das 35 obras de mobilidade urbana que deverão ser feitas nas 12 cidades-sedes da Copa do Mundo de 2014, somente oito já tinham contrato para execução assinado até outubro de 2011. Dessas, apenas em quatro o primeiro desembolso havia sido feito pela Caixa Econômica Federal, enquanto três tinham licitações em andamento e 24 não haviam iniciado sequer os processos licitatórios.

No mês passado, a última informação da Caixa Econômica Federal ao Tribunal de Contas da União (TCU) reportava que, apesar de faltar apenas quatro operações pendentes de contratação, somente oito já tinham desembolso efetuado, o que equivale a 5% do total previsto.

Os dados foram revelados hoje (25) pelo ministro do TCU Valmir Campelo, responsável pela fiscalização dos recursos federais destinados à Copa do Mundo, em audiência pública na Comissão de Desenvolvimento Urbano da Câmara dos Deputados.

A Caixa é responsável por R$ 5,34 bilhões em financiamentos para os projetos da Copa, dos R$ 10,93 bilhões previstos na Matriz de Responsabilidades, documento que define as responsabilidades da União, de estados e municípios com a execução dos projetos imprescindíveis para a Copa na área de infraestrutura.

Diante da situação, Campelo disse aos membros da comissão que teme que “essas intervenções de mobilidade, se realizadas às pressas, baseiem-se em projetos sem o devido amadurecimento quanto ao seu detalhamento técnico e, mesmo, quanto a sua viabilidade. Preocupa-nos o risco de conceber uma herança que não corresponda às reais necessidades da população ao término dos jogos”.

Segundo o ministro, para que esse legado beneficie de fato a população é necessário que as intervenções de mobilidade urbana sejam executadas dentro de um prévio, amplo e necessário planejamento urbano. “Construções a serem terminadas às pressas podem dar margem a aditivos e dispensas de licitação, justificadas por supostas urgências em face de razões alegadamente não conhecidas. Ou, ainda, a assunção, pelos cofres da União, de providências não tomadas pelos parceiros estaduais ou municipais, como ocorreu nos Jogos Panamericanos. Sem contar que obras extemporâneas, em enormes canteiros a céu aberto, no centro das metrópoles, terminarão por dificultar a mobilidades das pessoas, em um efeito inverso do almejado”

Valmir Campelo destacou ainda questões legais envolvendo tais obras. “Se, à época do Mundial, os empreendimentos não estiverem prontos, as obras não mais se destinarão aos jogos. Os financiamentos, por sua vez, deverão ser computados no limite da dívida, o que, eventualmente, é capaz de repercutir no possível desenquadramento da operação. Se isso ocorrer, poderá haver grave óbice [obstáculo] ao fluxo de recursos. Nessa hipótese, restará uma obra milionária, inacabada e sem recursos para completá-la”, disse o ministro do TCU.

Outra consequência, segundo ele, é que, se as obras não terminarem a tempo, não poderão continuar sob o Regime Diferenciado de Contratação Pública (RDC), que flexionou os procedimentos de licitação para a Copa. A lei que instituiu o regime (Nº 12.462/11) se limita ao Mundial de Futebol e às Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro. Por isso, o ministro sugere a retirada da Matriz de Responsabilidades da Copa das obras que “sabidamente, não têm condições de ficar prontas”.

Durante a audiência pública com Valmir Campelo, a assessoria da Comissão de Desenvolvimento Urbano (CDU) da Câmara dos Deputados divulgou dados baseados em informações da Corregedoria-Geral da União (CGU) e dos ministério do Esporte e das Cidades. Segundo esse levantamento, do total de investimentos em mobilidade urbana para a Copa, foram contratados R$ 2,7 bilhões (22%) e executados (efetivamente utilizados) R$ 698,03 milhões (5,64%).

De acordo com a comissão, em Brasília, Cuiabá, Fortaleza, Salvador e São Paulo os projetos de mobilidade urbana ainda não foram iniciados. Em Natal, Manaus e Curitiba, os trabalhos não competaram sequer 1% de execução. Do total das 34 obras previstas na Matriz de Responsabilidades, 27 (79%) foram modificadas, acarretando atraso de mais de seis meses no cronograma previsto inicialmente; 25 (73%) foram modificadas com atraso de mais de seis meses para término da obra; 24 (70%) apresentam alteração de valores e dez (29%) se mantiveram fieis ao projeto original.
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Um quarto dos brasileiros sofre de hipertensão, segundo pesquisa do Ministério da Saúde

Da Agência Brasil:
Brasília – A hipertensão atinge 22,7% dos brasileiros adultos, segundo dados da pesquisa Vigitel do Ministério da Saúde, divulgados hoje (26), Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial. Quase 60% da população com mais de 65 anos têm a doença, que é considerada crônica.

A prevalência da hipertensão cresce à medida que a população envelhece. Na faixa etária de 18 a 24 anos, apenas 5,4% são diagnosticados com a doença. A partir dos 65 anos, o percentual salta para 59,7%. A doença é mais comum entre as mulheres (25,4%) que entre os homens (19,5%).

Em 2010, a mesma pesquisa apontou que 23,3% da população adulta vivem com pressão alta. Apesar da leve queda na comparação com os dados do ano passado, o ministério considera a taxa estável.

No Distrito Federal, estima-se que haja 400 mil hipertensos. Os cardiologistas alertam para a necessidade de previnir a doença, que avança silenciosamente, sem dar sinais. A hipertensão caracteriza-se pela pressão arterial igual ou superior a 14 por 9.

O coordenador do Programa de Hipertensão do Distrito Federal, cardiologista Lucimir Henrique, lembra que a população pode, e deve, aferir a pressão regularmente e ter acesso aos primeiros tratamentos nos postos de saúde. “Grande parte da população descobre que tem a doença por acaso, quando vai ao médico. É um erro comum acreditar que, para tratar a doença, você precisa ir ao especialista [em cardiologia]. Não é assim. Quem afere a pressão é a equipe de saúde: o médico, o enfermeiro que é treinado para isso. Nós temos um protocolo em consulta pública para que o enfermeiro conduza as orientações iniciais”, disse o cardiologista à Agência Brasil.

O médico chama a atenção para os fatores que contribuem para o aumento da pressão arterial. “Os mais comuns são os genéticos e o comportamental: se você costuma exagerar no sal em sua alimentação e é sedentário, as chances de desenvolver um quadro de hipertensão aumentam, além de fatores como o tabagismo, o alcoolismo e o estresse”.

Hipertenso, o aposentado Davi Pinto, 75 anos, reclama do atendimento médico dado aos hipertensos na rede pública de saúde. “O governo não dá nenhum suporte para a gente. Mal oferece os medicamentos, que sempre faltam no posto de saúde. No posto que eu vou, há mais de três meses está faltando um remédio que eu tomo para a pressão”.

Para o administrador de empresas Jermerson Serrão, de 46 anos, aos poucos, a população está começando a ter hábitos mais saudáveis. “As pessoas estão prestando mais atenção à saúde. Estão comendo coisas mais saudáveis, indo para as academias e pensando mais no amanhã. Se cuidar direitinho hoje da saúde, garante uma velhice com menos visitas aos hospitais. Eu não tenho tempo para malhar, mas faço caminhada sempre que posso”.

A Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) coordena uma campanha de conscientização em todo o país para reduzir o consumo de sal, açúcar, frituras, temperos prontos, derivados de leite integral, carnes gordurosas e alimentos industrializados, que contribuem para agravar a hipertensão.
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Bancos que passarem por processo de fusão vão ter de compartilhar ganhos com clientes

da Agência Brasil
Brasília – As instituições financeiras que passarem por processo de fusão e aquisição terão de compartilhar os ganhos dessas operações com os clientes. Circular editada hoje (26), pelo Banco Central (BC), determinou que essas instituições usem parte dos lucros obtidos com o aumento de produtividade e a sinergia (integração da parte administrativa) para reduzir tarifas ou melhorar o atendimento aos clientes.

Segundo o chefe do Departamento de Organização do Sistema Financeiro do BC, Adalberto Gomes da Rocha, as condições em que esses ganhos serão repassados à sociedade serão determinadas por meio de um acordo entre as instituições financeiras e a autoridade monetária. O documento passará a ser exigido nas futuras fusões e aquisições.

“O ato de concentração gera ganhos para instituições envolvidas, como produtividade e sinergia. Esses ganhos deverão ser compartilhados com os usuários”, diz o técnico do BC. Segundo Rocha, o repasse de ganhos depois de processos de fusão de instituições financeiras é uma regra aplicada em outros países.

De acordo com Rocha, essa exigência foi feita em negócios recentes, como a compra do banco Nossa Caixa pelo Banco do Brasil. Na ocasião, o BC determinou que as tarifas da Nossa Caixa fossem reduzidas aos valores cobrados pelo Banco do Brasil. “Essa era uma determinação que a gente vinha aplicando, mas o acordo era informal”, explica.

A circular do Banco Central também tornou públicas as regras, a metodologia e os documentos exigidos nas análises de fusões e aquisições de instituições financeiras. Por lei, a análise desses negócios cabe ao órgão, mas o processo não tinha regulamentação específica.
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Bancos terão mais flexibilidade para instalar postos de atendimento

da Agência Brasil:
Brasília – Os bancos ganharam mais flexibilidade para montar postos de atendimento. O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou resolução que acaba com limites para a instalação de dependências bancárias. De acordo com o chefe do Departamento de Normas do Banco Central (BC), Sérgio Odilon dos Anjos, a mudança tem como objetivo permitir a expansão da rede de atendimento e reduzir os custos para as instituições financeiras.

Com a mudança, os bancos passarão a instalar postos de atendimento de acordo com a conveniência, sem a necessidade de obedecer a restrições sobre o tipo de cliente atendido e os serviços oferecidos. Pelos critérios anteriores, os postos de atendimento estavam classificados em diversas modalidades – como posto de atendimento eletrônico, de microcrédito e bancário (destinado apenas a funcionários de determinada empresa).

Pela nova regra, os serviços nos postos poderão ser livremente oferecidos. Os bancos poderão até montar postos exclusivos para serviços de conveniência, sem a realização de serviços financeiros, ou instalar postos mistos, com diversos tipos de atendimento. “Quem passará a definir a localização e os serviços de cada posto será a concorrência”, disse Odilon.

O CMN também permitiu que os bancos instalem postos de atendimentos móveis, opção até agora permitida apenas às agências. Segundo o chefe de departamento do BC, a mudança facilitará a instalação de bancos em grandes eventos como a Rio+20, em junho na capital fluminense. “Quando o banco achar que não vale mais a pena, é só desativar o posto“, ressaltou.

A norma mantém as agências bancárias como principal tipo de dependência das instituições financeiras, mas flexibilizou os serviços que elas precisam oferecer. As agências continuam a ter de dispor guichês de caixa e de atendimento presencial, mas não precisam fornecer todos os serviços exigidos de um banco comercial. Os bancos, no entanto, serão obrigados a divulgar em local visível todos os serviços oferecidos na dependência e, quando for o caso, informar onde podem ser encontrados os serviços não disponíveis.

Segundo Odilon, com a disseminação dos correspondentes bancários (lotéricas, pontos de comércio e agências dos Correios que fornecem serviços bancários), as restrições à instalação de postos de atendimento deixaram de fazer sentido. “Nos últimos anos, a ampliação da parcela da população atendida pelos bancos impôs uma nova realidade e não justificava mais a manutenção das regras antigas”, declarou.

O técnico do BC disse que a própria legislação previne que os bancos transformem agências em postos apenas para reduzir custos e piorar a qualidade do atendimento. “A instituição financeira terá de justificar ao Banco Central o fechamento de uma agência. Não é um processo que pode ser feito ao acaso”, destacou.
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quarta-feira, 25 de abril de 2012

Resultado da Quina Concurso n. 2881 - Acumulou e agora é R$ 1.000.000,00


Acumulou
Estimativa de Prêmio 
R$ 1.000.000,00
*para o próximo concurso, a ser realizado em 26/04/2012
Valor Acumulado para a Quina:
R$ 457.133,11
32  -  45  -  48   -  79   -  80
Faixa de premiação
Nº de ganhadores
Valor do Prêmio (R$)
Quina
0
0,00
Quadra
89
3.668,81
Terno
5.256
88,74
Arrecadação Total: R$ 4.238.723,25
Valor Acumulado para o Sorteio Especial de São João:
R$ 63.183.407,94
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Resultado da Mega Sena Concurso n. 1383 - Acumulou e agora é R$ 7.500.000,00


Acumulou
Estimativa de Prêmio
R$ 7.500.000,00
*para o próximo concurso, a ser realizado 28/04/2012
Valor acumulado:
R$ 4.560.383,15
Valor acumulado para o próximo concurso de final cinco (1385):
R$ 8.504.114,73
Valor acumulado para o sorteio da Mega da Virada :
R$ 14.970.909,73
07  -  09  -  23  -  44  -  46  -  55


Faixa de premiação
Nº de ganhadores
Valor do Prêmio (R$)
Sena
0
0,00
Quina
106
14.064,76
Quadra
6.224
342,19

Arrecadação Total: R$ 25.465.080,00
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