sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Cresce a aprovação de Dilma perante eleitores, diz pesquisa

A aprovação da atuação da presidente Dilma Rousseff subiu para 71% nos últimos três meses, segundo pesquisa CNI Ibope divulgada nesta sexta-feira.
Da BBC Brasil
O aumento foi de quatro pontos percentuais (67%) em relação à pesquisa anterior, realizada em julho. A margem de erro é de dois pontos percentuais.
O percentual de entrevistados que desaprovam a presidente caiu de 25% para 21%, segundo o levantamento.
O governo em si foi bem avaliado por 51% dos entrevistados, contra 48% em julho.
A avaliação é mais positiva nas áreas de combate à fome e à pobreza, combate ao desemprego e meio ambiente. Já as áreas de impostos e saúde são as que receberam as piores notas dos entrevistados.
Segundo a pesquisa, o tema corrupção foi o mais lembrado pelos eleitores quando questionados a respeito das notícias recentes sobre o governo.
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Abengoa e Santander vão desenvolver projeto eólico de 64 MW

Da Reuters Brasil

O grupo de engenharia Abengoa afirmou nesta sexta-feira que vai desenvolver em parceria com o Santander Brasil três parques eólicos de 64 megawatts no país.

Consultada pela Reuters, a companhia não deu detalhes financeiros sobre a parceria ou sua participação na joint-venture com o Santander Brasil.

A Abengoa que construirá, operará e manterá os parques durante 20 anos, informou a empresa, acrescentando que os parques serão instalados no Ceará.
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3ª Parcela do FPM do mês de Setembro de Touros - 2011


Demonstrativo de Distribuição da Arrecadação

30/09/2011    SISBB - Sistema de Informações Banco do Brasil    07:42:17
TOUROS - RN

FPM - FUNDO DE PARTICIPACAO DOS MUNICIPIOS
DATA
PARCELA
VALOR DISTRIBUIDO

30.09.2011
PARCELA DE IPI
24.524,54 C
PARCELA DE IR
306.664,89 C
RETENCAO PASEP
3.311,88 D
INSS - EMPRESA
71.998,75 D
DEDUCAO SAUDE
49.678,41 D
DEDUCAO FUNDEB
66.237,87 D
TOTAL:
139.962,52 C

TOTAIS
PARCELA DE IPI
24.524,54 C
PARCELA DE IR
306.664,89 C
RETENCAO PASEP
3.311,88 D
INSS - EMPRESA
71.998,75 D
DEDUCAO SAUDE
49.678,41 D
DEDUCAO FUNDEB
66.237,87 D

DEBITO FUNDO
191.226,91 D
CREDITO FUNDO
331.189,43 C

TOTAL DOS REPASSES NO PERIODO

DEBITO BENEF.
191.226,91 D
CREDITO BENEF.
331.189,43 C
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quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Chávez critica Petrobras por atraso em refinaria de Abreu e Lima

CARACAS (Reuters) - O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, criticou a Petrobras pela demora em executar um multibilionário projeto de refinaria que, segundo ele, se tornou uma "pedra no sapato" entre o seu país e o Brasil.
A estatal PDVSA tem uma participação societária de 40 por cento na refinaria de Abreu e Lima, que está sendo construída em Pernambuco e terá capacidade para 230 mil barris de petróleo por dia. Mas divergências sobre os termos do projeto têm retardado a conclusão de um acordo definitivo sobre a participação venezuelana.
Um executivo da Petrobras disse em agosto que a PDVSA tem até o final de novembro para apresentar verbas e garantias de crédito, sob pena de precisar deixar a parceria e reembolsar a empresa brasileira por sua parte nos gastos feitos até agora na obra.
"Para mim é inexplicável ... Acho que há alguns setores ou atores na Petrobras que não querem o acordo. Estou convencido disso, e tenho na minha agenda conversar com a presidenta, a minha querida Dilma (Rousseff)", disse Chávez.
A Petrobras diz que se a PDVSA não honrar seus compromissos, a estatal brasileira irá construir sozinha a refinaria pernambucana.
O projeto, que ao ser apresentado em 2005 tinha um custo estimado em 4 bilhões de dólares, já teve seu valor reajustado para 13 bilhões. Mas Chávez disse que a PDVSA não vê inconvenientes em pagar mais.
"Temos o dinheiro na mão ... Dizem que o Chávez não vai pagar, que a Venezuela não vai pagar. Isso não é verdade", disse o presidente a jornalistas no Palácio de Miraflores, em Caracas.
"Se não é uma coisa, é outra, ou outra, ou outra. Eles tiram coisas da manga ..., mas é a Petrobras, não o governo Dilma", afirmou ele, acrescentando que a questão é a "ovelha negra" nas relações bilaterais. "É como uma pedra no sapato."
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Touros Em Foco: Serra verde ganha posto de saúde

Touros Em Foco: Serra verde ganha posto de saúde: Foi inaugurado nesta quarta-feira, 28/09, o posto de saúde de Serra Verde, ação que irá beneficiar 440 famílias em nove comunidades da regi...
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Dia do Coração: doenças cardiovasculares matam 17 milhões ao ano em todo o mundo

da Agência Brasil
Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) indicam que, a cada ano, 17,3 milhões de pessoas morrem em todo o mundo vítimas de doenças cardiovasculares, sendo que 80% desses óbitos são registrados em países de baixa e média renda. A estimativa é que, em 2030, o total de mortes possa chegar a 23,6 milhões.
As doenças cardiovasculares, segundo a OMS, são a principal causa de morte em todo o mundo. Em 2008, os óbitos provocados por elas representaram 30% do total registrado globalmente.
Os fatores de risco para tais enfermidades incluem pressão alta, taxas de colesterol e glicose elevadas, sobrepeso e obesidade, além de hábitos como fumo, baixa ingestão de frutas e verduras e sedentarismo.
De acordo com a organização não governamental Federação Internacional do Coração (World Heart Federation), em países em desenvolvimento, as doenças cardiovasculares têm historicamente afetado a parcela da população com maior escolaridade e boa renda.
Entretanto, a perspectiva é de mudanças desse cenário – pessoas em idade produtiva e de baixa renda também estão sendo acometidas por esse tipo de enfermidade. A agravante é que, nesse grupo, as taxas de mortalidade em razão de uma parada cardíaca, por exemplo, são mais altas.
No Dia Mundial do Coração, lembrado hoje (29), a OMS, em parceria com a Federação Internacional do Coração, promove em mais de 100 países atividades como ações de prevenção, caminhadas e exposições.
A estimativa é que as economias de países como o Brasil, a Índia, a China, a África do Sul e o México registrem, juntas, uma perda de 21 milhões de anos de vida produtiva em razão de mortes precoces provocadas por doenças cardiovasculares.
A ONG listou uma série de prioridades para os próximos anos, entre elas aumentar a atenção às doenças cardiovasculares na agenda global de saúde; melhorar o atendimento a pacientes vítimas de doenças do coração e derrames; promover dietas voltadas para o bem-estar do coração e atividades físicas para toda a população; melhorar a detecção e o controle da pressão alta em todo o mundo e avançar na conquista de um mundo livre do tabaco.
Na semana passada, a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) realizou, em Nova York, uma reunião com líderes mundiais para tratar das doenças crônicas não transmissíveis – incluindo as cardiovasculares. Essa foi a segunda vez na história em que o órgão discutiu um tema relacionado à saúde. Anteriormente, a aids foi abordada.
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Ganhar é bom e ganhar da Argentina é muito mais ainda

Alegria..... Alegria....... samos campeão mais uma vez.
1º Jogo

14/09/2011 ARGENTINA 0 x 0 BRASIL 

2º Jogo
28/09/2011 BRASIL 2 x 0 ARGENTINA

BRASIL CAMPEÃO 2011
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quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Natal assina contrato para construção de drenagem da Arena das Dunas

Túnel tem como objetivo acabar com as enchentes na região central da capital potiguar.
Do copa2014.org.br
A prefeitura de Natal deve assinado no dia (26), às 15h, contrato para a construção de um túnel de drenagem no entorno da Arena das Dunas, estádio que receberá a Copa de 2014 na capital potiguar.

Orçada em R$ 126 milhões, a obra será viabilizada por meio de um convênio com a Caixa Econômica Federal (CEF). A construção da drenagem era um dos passos que faltavam para que as obras do estádio natalense deslanchassem.

O projeto do túnel prevê a ligação da área do futuro estádio até o rio Potengi. Uma das metas é acabar com as enchentes na zona central da cidade.
Após a assinatura do contrato, a prefeitura pretende dar início à licitação. Esta fase e a contração da empresa podem demandar outros 100 dias. O prazo de entrega é no final de 2013.
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ANÁLISE-Ação da Telebrás dispara, mas carece de fundamentos

Da Reuters Brasil
As ações preferenciais da Telebrás têm registrado forte valorização e volume de negócios nas últimas semanas na Bovespa. Apenas no pregão de terça-feira, o papel disparou quase 18 por cento.
Reativada pelo governo em maio de 2010 para ser o braço operacional do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), a companhia, porém, ainda não tem receita e conta com um orçamento enxuto bancado pelo governo, em uma área na qual os investimentos necessários são maciços.
Um gestor de fundos classificou como "cassino" a aposta nas ações da estatal, enquanto analistas e especialistas ouvidos pela Reuters consideram a procura pelos papéis como especulação e acreditam que a companhia carece de fundamentos que justifiquem um investimento com horizonte de longo prazo.
"Não é uma empresa que tem um plano de negócios muito claro, o objetivo é operar coisas do governo, o plano social do governo", disse o presidente da consultoria Teleco, Eduardo Tude.
O diretor administrativo, financeiro e de relação com investidores da Telebrás, Bolivar Moura Neto, argumenta que a companhia tem um plano de geração de valor ao acionista.
Segundo ele, há expectativa de que a estatal gere lucro já na segunda metade do próximo ano.
"O movimento recente reflete a percepção do mercado de que o projeto da Telebrás (de construção de rede e parcerias) está se materializando, havia muita incerteza sobre a ação após a reativação (da empresa)", afirmou Moura Neto à Reuters.
"Nossa expectativa é que no segundo semestre do ano que vem comecemos a dar resultado mensal positivo na última linha", acrescentou. "Mas vai depender de alguns negócios que estamos conduzindo para gerar receita."
O PNBL é um programa do governo federal que almeja popularizar a banda larga no Brasil. Desde o anúncio, a partir de 30 de junho, de que as principais empresas de telefonia do país estavam aderindo ao PNBL, as ações preferenciais da Telebrás mais do que dobraram de valor.
Ainda não está claro, contudo, como a parceria com as operadoras de telefonia, que podem comprar capacidade de rede da Telebrás, terá impacto nos números da companhia.
No primeiro semestre de 2011, a empresa não contabilizou receita alguma e teve prejuízo líquido de 55,4 milhões de reais, segundo informações no site da Bovespa.
LIQUIDEZ
Na terça-feira, o Fundo Tâmisa, da gestora BCSul Verax Serviços Financeiros, braço do Banco Cruzeiro do Sul, informou que passou a deter 8,72 por cento das ações preferenciais da Telebrás, o que teria ajudado a impulsionar os papéis na bolsa no pregão do dia.
O Tâmisa já era acionista da Telebrás. Além da fatia no capital preferencial, o fundo possui 6,58 por cento das ações ordinárias da companhia.
O governo é o maior sócio, com 72,6 por cento do capital total.
"Se tem um fundo comprando, isso acaba estimulando (a liquidez)", observou a analista Rosângela Ribeiro, da corretora SLW. "Mas (a companhia) não tem muito fundamento ainda."
A Telebrás depende atualmente de recursos do governo para operar, e trabalhará com orçamento para 2012 de pouco mais de 350 milhões de reais.
O valor de mercado da companhia, com base no preço de suas ações no fechamento de 27 de setembro, é superior a 3 bilhões de reais.
Apenas no pregão de terça, o giro financeiro das ações preferenciais da Telebrás foi de quase 23 milhões de reais, acima de vários papéis do Ibovespa --índice que reúne as ações mais líquidas da bolsa paulista.
No ano passado, a bolsa vetou a entrada da ação da Telebrás no Ibovespa, apesar de o papel cumprir com os requisitos de liquidez, por considerar a empresa em situação especial e não operacional.
Nesta quarta-feira, às 12h28, as ações preferenciais da estatal voltavam a exibir forte ganho, com valorização de 9,60 por cento e negociadas a 13,81 reais.
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As Aniversariantes do Dia - 28-09-2011



Parabéns Garotas por está data tão linda e importante
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terça-feira, 27 de setembro de 2011

Baixos níveis de vitamina B12 podem prejudicar o cérebro, mostra estudo

Falta da substância seria capaz de atrapalhar o raciocínio. Pesquisa americana avaliou 121 pessoas com 65 anos ou mais.
Do G1, em São Paulo
Idosos com baixos níveis de vitamina B12 no sangue podem ter uma maior propensão à perda de neurônios e a problemas com habilidades que exigem raciocínio, aponta um estudo publicado nesta terça-feira (27) na revista científica "Neurology", da Academia Americana de Neurologia.
A pesquisa envolveu 121 pessoas com 65 anos ou mais que vivem ao sul de Chicago, nos EUA. Foram avaliadas amostras de sangue dos voluntários, nas quais se verificaram os níveis de vitamina B12 e moléculas relacionadas a esse metabolismo, que poderiam indicar uma eventual deficiência.
Os participantes também passaram por testes de medição de memória e de outras habilidades cognitivas. Após cerca de quatro anos e meio, exames de ressonância magnética analisaram o volume cerebral desses indivíduos e buscaram por outros sinais de danos.
Os cientistas descobriram que um alto índice de deficiência em quatro dos cinco marcadores de vitamina B12 pode estar associado a piores resultados em testes cognitivos e a um menor volume total do cérebro.
Segundo a autora do estudo, Christine Tangney, do Centro Médico Universitário Rush, em Chicago, o achado precisa de investigações mais aprofundadas, pois ainda é cedo para afirmar que alimentos ou suplementos de vitamina B12 em pessoas mais velhas poderiam prevenir esses problemas.
De acordo com ela, resultados de uma pesquisa britânica sobre suplementação da substância na dieta já indicam um caminho favorável nesse sentido.
A vitamina B12 é encontrada principalmente em carnes de origem animal, como gado (sobretudo o fígado bovino), peixes e aves. Leite, ovos e derivados dessas espécies também são fonte do composto.
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Governo reduzirá IOF em derivativos só se cenário piorar--fonte

Da Reuters Brasil 
A redução da alíquota do IOF, do atual patamar de 1 por cento para zero, sobre os derivativos cambiais está engatilhada, mas o governo entende que ela somente sairá do papel se o mercado voltar a mostrar intenso estresse.
Segundo uma importante fonte da equipe econômica, hoje o mercado futuro de câmbio não tem problemas de liquidez e, deste modo, não demanda ações mais contundentes do governo, como a redução do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre os derivativos.
"Não há hoje estresse no mercado futuro (de câmbio)... Não há pressão neste momento sobre o câmbio", afirmou a fonte à Reuters.
Para liberar o IOF, disse a fonte, "precisaríamos de um outro estresse como o da semana passada", quando o dólar chegou a bater 1,95 real, "e que haja o entendimento de que será mais contínuo".
No final de julho, o governo anunciou que passaria a cobrar alíquota de IOF de 1 por cento sobre os derivativos cambais, mecanismo implementado via medida provisória que também abriu espaço, caso o governo achasse necessário, para elevar a alíquota a até 25 por cento. Naquele momento, o objetivo era evitar mais valorizações do real frente ao dólar.
Agora, com a crise internacional cada vez mais aguda, o movimento se inverteu e o real passou a perder força frente à moeda-americana. Na última semana, o dólar chegou a bater 1,95 real, acumulando alta de cerca de 20 por cento no mês. Nesta terça-feira, às 15h51 a moeda estava cotada a 1,7985 real, com queda de 1,3 por cento.
A fonte da equipe econômica argumentou que, apesar de o dólar estar muito acima do que estava quando a medida foi criada, o governo não que abrir mão da taxação do IOF sobre derivativos cambiais. Ou seja, pode até reduzir a alíquota para zero, mas não acabar com o mecanismo, que precisa ainda da aprovação do Congresso Nacional.
"É importante ter o mecanismo na mão. Ele é regulatório, e não arrecadatório", afirmou, acrescentando que o cenário internacional é muito complexo e tende a piorar.
Ainda segundo a fonte, outras possibilidades estão na mesa do governo para atuar no mercado de câmbio caso haja mais volatilidade. Entre elas, rever a cobrança de IOF sobre empréstimos feitos por empresas no exterior. "Mas o IOF em derivativos seria o primeiro passo."
Em audiência na Comissão de Assuntos Econômicos no Senado, o presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, afirmou nesta quinta-feira que a medida que criou o IOF sobre as posições vendidas líquidas de câmbio no mercado futuro "está indo bem, está funcionando e tem ajudado".
Pela manhã, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, já havia afirmado que o governo não mudaria o IOF em derivativos.
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União chegou ao limite na negociação dos royalties, diz Jucá

da Agência Brasil
O líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), disse hoje (27) que a União chegou ao limite do que poderia ceder nas negociações sobre a distribuição dos royalties do petróleo do pré-sal. “A União chegou ao limite, abre mão de R$ 1,8 bilhão em um momento de crise internacional, de responsabilidade social, de diminuição de impostos e de arrecadação. Portanto, deu um exemplo de que é possível abrir mão em um processo de negociação”, disse ele.
Em reunião com líderes partidários no Congresso, o governo anunciou que aceita a proposta de ceder em favor dos estados e municípios não produtores de petróleo 4 pontos percentuais da participação especial a que tem direito. Com isso, o percentual que a União recebe das empresas petrolíferas passaria de 50% para 46%.
O governo também manteve a proposta apresentada anteriormente, de reduzir de 30% para 20% a participação nos royalties do petróleo a partir do próximo ano, para aumentar o repasse aos estados e municípios não produtores.
Segundo Jucá, não haverá outra rodada de negociações com os representantes dos estados. “A partir desses dados, o Congresso vai trabalhar para ver como completa essa equação, quanto vai caber de renúncia aos estados confrontantes e quanto vai caber aos estados não produtores”. Ele disse que o governo pretende votar a proposta até a próxima terça-feira (4), no Senado.
A oferta de renúncia do governo não agradou aos representantes do Rio de Janeiro, um dos estados produtores de petróleo que perderá arrecadação se a mudança for aprovada. O senador Lindbergh Farias (PT-RJ) argumentou que o estado recebe um dos menores valores do Fundo de Participação dos Municípios (FPE) do país e que não pode perder os recursos dos royalties. Lindbergh disse que, se não houver um novo acordo com o governo, o Rio de Janeiro poderá questionar as mudanças na Justiça.
O senador Francisco Dornelles (PP-RJ) argumentou que o Rio de Janeiro não vai negociar sobre os campos já licitados. “A União não pode querer que o Rio de Janeiro perca aquilo que já está incluído em seu orçamento de 2012, que o estado tenha a Previdência quebrada e não pague os aposentados”.
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Governo reduz contribuição que incide sobre combustíveis para evitar aumento de preço na bomba

da Agência Brasil
A redução dos valores da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) sobre a importação e a comercialização de petróleo e derivados, gás natural e derivados e álcool etílico teve por objetivo evitar que a alteração do percentual de mistura de álcool anidro à gasolina, prevista para ocorrer a partir de 1º de outubro, resulte em aumento do preço dos combustíveis para o consumidor final. Foi o que explicou hoje (27) o secretário de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda, Antônio Henrique Silveira.
O Diário Oficial da União publicou na edição de hoje o decreto que reduz os valores da Cide. Com isso, o valor da contribuição sobre o metro cúbico de combustível cai de R$ 230 para R$ 192,60.
De acordo com o secretário, a medida foi “exclusivamente motivada pelo pequeno aumento de preço que poderia derivar da mudança da mistura [de álcool anidro na gasolina]”. Ele, no entanto, ressaltou que a medida não garante a manutenção dos preços atuais. "O preço é livre", lembrou.
A partir de outubro, o percentual de álcool anidro na gasolina do tipo C passará de 25% para 20%. “Com isso, o percentual de gasolina do tipo A [na composição da do tipo C] passará de 75% para 80%. Como se trata de um produto mais caro [que o etanol anidro], compensaremos [a variação] por meio da redução dessa alíquota”, disse o secretário.
Por esse motivo, o governo reduziu a Cide em R$ 0,04 por litro, passando de R$ 0,23 para R$ 0,19. Segundo projeção do governo, deixarão de ser arrecadados, em valores líquidos, R$ 50 milhões este ano devido à redução do tributo.
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Viúvos podem manter plano de saúde após morte do cônjuge

Para isso, é preciso que a possibilidade esteja prevista em contrato
Do R7
Após a morte de um familiar, são muitas as pendências: cuidar das despesas finais, fechar contas bancárias, abrir o inventário e até mesmo providenciar o atestado de morte. Entre tantos afazeres, agravados pelo momento de luto, muitas vezes alguns benefícios herdados são esquecidos.
No caso de morte do titular dos planos de saúde, os beneficiários têm direito a permanecer utilizando o mesmo convênio médico de três a cinco anos. E, ao fim desse período, eles podem manter as mesmas condições do contrato (ainda que com valores reajustados) – conheça todas as regras para garantir o benefício no quadro abaixo.
O direito está previsto na Súmula Normativa nº 13 da ANS (Agência Nacional de Saúde) e é válido para todos os usuários de planos de saúde cujos contratos são individuais ou familiares. Ou seja, não se aplica aos convênios coletivos (empresariais e por adesão), prevalecendo, dessa forma, o estabelecido nas cláusulas.
A especialista da Fundação Procon de São Paulo, Samantha Pavão, alerta que caso a operadora se recuse a cumprir algum dos direitos, a agência reguladora do setor deve ser acionada.
- Tanto quando o convênio não cumpre o período de remissão previsto no contrato, como quando não garantem o direito de manutenção do plano nas mesmas condições contratuais, o consumidor deve comunicar a ANS e pode ao mesmo tempo entrar com uma reclamação no Procon.
Enteados
Tramitam no congresso muitos projetos de lei para garantir novos direitos aos usuários de seguros privados de assistência à saúde. Dentre eles, o PL 7594/2010 que propõe a inclusão de enteados como beneficiários em planos de saúde.
O projeto está anexado a outros 43, e por isso tramita lentamente pela Câmara dos Deputados. Atualmente, aguarda o relatório do deputado Fábio Ramalho, da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania .
Segundo o chefe de gabinete do deputado, Júlio César Perpétuo de Oliveira, o relatório já foi feito e enviado uma vez, mas antes de ser votado foi devolvido por terem anexado novos projetos sobre o tema.
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segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Tablet com teclado deslizante chega às lojas brasileiras

Do Portal Terra
Chega à lojas brasileiras neste mês o tablet Eee Pad Slider da Asus. O aparelho tem tela de 10,1 polegadas e suporte multitouch para até 10 dedos. O destaque do aparelho é um teclado físico QWERTY slide-out, que transforma o tablet em um netbook com Android 3.1, sistema operacional para dispositivos móveis do Google específico para tablets e tem atualização liberada para a versão 3.2.
O aparelho tem processador Dual Core NVIDIA Tegra 2 e 1 GB de RAM. O tablet tem conectividade USB, leitor de cartão Micro SD e porta mini-HDMI. A experiência multimídia inclui reprodução de vídeos HD, câmera frontal de 1,2 megapixels e outra traseira de 5 megapixels. O Eee Pad Slider oferece espaço ilimitado pelo período de um ano no ASUS Web Storage, um serviço de hospedagem de arquivos na nuvem, e tem memória interna de 16GB e 32GB, dependendo do modelo.

O modelo chega às lojas brasileiras a partir de R$ 1.799.
  

Tablet tem teclado QWERT deslizante, se transformando em um netbook
Foto: Divulgação

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Microsoft anuncia na terça produção do Xbox no Brasil--fonte

Da Reuters Brasil

A Microsoft anunciará na terça-feira a produção no Brasil do videogame Xbox, informou à Reuters uma fonte ligada à empresa.

Em um comunicado à imprensa divulgado nesta segunda-feira, a empresa afirma que seu presidente no Brasil, Michel Levy, fará na terça-feira um anúncio sobre novidades no mercado brasileiro de games.

O anúncio será feito na sede do Ministério de Ciência e Tecnologia, do Aloizio Mercadante.
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Projeto interioriza médicos recém-formados

Portal Saúde S/A




A Comissão de Seguridade Social e Família realizará nesta terça-feira (27/09) audiência pública para discutir o Projeto de Lei 2598/07. O qual obriga profissionais recém-formados na área de saúde em instituições públicas a prestar serviços remunerados em comunidades em que haja falta de profissionais em suas áreas de formação. A proposta é do deputado Geraldo Resende (PMDB-MS).
O debate foi proposto pelo deputado Danilo Forte (PMDB-CE), que disse “Trata-se de projeto que tem o grande mérito de apontar o caminho para que o Brasil obtenha a interiorização da prestação de serviços de saúde, a fim de disponibilizar os profissionais necessários para atender a população tão carente desse direito social garantido expressamente em nossa Constituição”.
“A carência é evidente e está a nos exigir providências todos os dias. No Brasil, o índice de profissionais de saúde por mil pessoas é de apenas 1,73, o que levou os ministérios da Educação e da Saúde a estabelecer um Plano Nacional de Educação Médica, que visa justamente maximizar a distribuição dos profissionais. Com esse Plano, o governo federal espera até 2020 ampliar em 120 mil o número de médicos formados no País e atingir a taxa de 2,5 médicos por mil habitantes”, acrescentou.
Para a audiência foram convidados o ministro da Educação, Fernando Haddad; o secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, Milton de Arruda Martins; o diretor de Relações Institucionais da União Nacional dos Estudantes (UNE), André Luiz Vitral Costa; e o presidente do Conselho Federal de Medicina, Roberto Luiz D'Ávila. A reunião será realizada às 14h30, no Plenário 7.

Leia a íntegra das propostas PL-2598/2007 e PL-326/2011
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GRUC Touros - RN: Confira as fotos do 1º Luau da Juventude Católica

GRUC Touros - RN: Confira as fotos do 1º Luau da Juventude Católica: O GRUC - Grupo Unidos em Cristo Realizou neste sábado dia 24 de Setembro de 2011 o 1º Luau da Juventude Católica na praia de Touros-RN. O ...
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Saúde registra dobro de casos de coqueluche no primeiro semestre na comparação com todo 2010

da Agência Brasil
O número de casos confirmados de coqueluche no país dobrou no primeiro semestre deste ano em comparação a todo o ano de 2010. Até agosto, foram registrados 583 casos, contra 291 no ano passado, segundo dados do Ministério da Saúde. São Paulo foi um dos estados com maior registro de casos da doença, passando de 176, em 2010, para 183 casos, em 2011. As crianças são o grupo mais suscetível à coqueluche.
Apesar do aumento de casos este ano, o ministério nega um surto da doença no país. De acordo com o governo federal, a cada cinco anos, ocorre uma elevação no número de casos e, depois, eles voltam a cair. A sazonalidade está relacionada ao percentual de cobertura vacinal das crianças a cada ano, já que estima-se que 5% das crianças deixam de ser vacinadas e, com decorrer do tempo, ocorre um acúmulo de pequenos sem proteção.
O calendário prevê a vacina contra a coqueluche junto com a de difteria e tétano, a partir dos 2 meses de idade até os 7 anos de idade e protege por quase uma década. Não há previsão de vacinação para adultos.
O governo não cogita incluir a vacina para adultos nos postos de saúde por não considerar uma estratégia eficiente, já que menos de 30% da população adulta aderem às campanhas de vacinação. A recomendação das autoridades de saúde é reforçar a vacina entre as crianças e que os pais atualizem o cartão de vacinação dos filhos. O ministério destaca que, na década de 90, o país registrava mais de 15 mil casos de coqueluche por ano. Com o uso da vacina, os números passaram a decrescer.
Para o pediatra da Associação Paulista de Medicina (APM), José Hugo Pessoa, o aumento de casos de coqueluche está relacionado à transmissão da doença dos adultos para as crianças. Na fase adulta, a coqueluche se manifesta de forma leve e, muitas vezes, é confundida com outras doenças. Por isso, os adultos podem transmiti-la às crianças sem saber. Na infância, principalmente entre os menores de 1 ano de idade, há maior risco de complicações, como o desenvolvimento de pneumonia. “Nos adultos, a gravidade é pouca. Nos primeiros meses de vida, tem mais complicações”, disse o pediatra. “É um sinal de alerta”, acrescentou, sobre o aumento de casos.
Causada pela bactéria Bordetella pertussis, a coqueluche atinge o sistema respiratório provocando acessos de tosse em uma única respiração, conhecida como tosse comprida. Outros sintomas são dificuldade de respirar e vômitos pós-tosse. A doença é transmitida ao falar, tossir ou espirrar.
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Ideli Salvatti: 'A Saúde vai ter um novo imposto'

Em entrevista ao 'Estado', ministra diz que governo tem ‘clareza’ de que precisa de novas fontes para financiar setor
Do Estadão.com.br
Para Ideli, coalizão é como democracia: 'O pior 
dos modelos, mas não encontramos outro melhor'
Sem caneta na mão, mas com "muitos baldes de saliva para gastar" na tarefa de unir a base aliada, a ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti (PT), admite que o governo ainda quer a criação de um imposto para financiar investimentos em saúde no País e arrecadar mais R$ 45 bilhões por ano. A expectativa do Palácio do Planalto é que o tributo seja aprovado em 2012, apesar das dificuldades previstas por causa das eleições municipais.
Nesta entrevista ao Estado, ao mencionar as "fontes" em debate para custear a saúde, Ideli não fez rodeios para definir do que se trata: "É um novo imposto". Articuladora política do governo, a ministra garantiu, porém, que nada sairá neste ano porque decisões assim precisam ser "adequadas" à situação econômica. "Você não pode trabalhar desonerando de um lado e onerando de outro", ponderou.
Cinco dias após a Câmara ter aprovado a Emenda 29 - que define os gastos com saúde para União, Estados e municípios -, Ideli reiterou que o dispositivo não resolve o problema porque não indica de onde virão os recursos. Para ela, a comissão acertada entre os governadores e o presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), poderá "resgatar" projetos de lei que criam base de cálculo para a nova versão da CPMF, o imposto do cheque extinto em 2007. "Nós já colocamos o dedo na ferida", disse Ideli.
A Câmara aprovou o projeto que regulamenta a Emenda 29, mas não incluiu a base de cálculo para a criação da Contribuição Social para a Saúde (CSS). O que pode ser feito?
Apesar de estar criada a contribuição, a alíquota terá, obrigatoriamente, de ser fixada por lei. A comissão que o Marco Maia formou com os governadores deixa uma porta aberta para o debate.
E quais são as alternativas para financiar os gastos na saúde?
Já se falou em taxação de grandes fortunas, bebidas, cigarros, remessa de dinheiro para o exterior, royalties do petróleo e até em legalização do jogo. A presidenta Dilma tem pedido muito cuidado porque estamos vivenciando uma crise internacional, que será prolongada. Você não pode trabalhar desonerando de um lado e onerando de outro.
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